quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O plano era seguir em frente

O plano era seguir em frente
 
É muito curioso... Nos filmes do malucão do Woody Allen, os sonhadores (até um pouco lunáticos) se dão bem. Os espertinhos, os pessimistas, os insensíveis sempre se atrapalham  e acabam no fundo do poço . Os filmes são surreais, mas para mim sempre fizeram algum sentido!
 
Minha meta era sacudir a poeira, sair da inércia.  Sem me preocupar em ser a melhor, ser vingativa, competitiva, enfim. Nunca fui nada disso, com exceção da vingancinha.  Até porque isso só me fez mal, e é bem oposta à evolução...
 
A vida está tão apaixonante que não tenho mais conseguido escrever. Não que não goste mais, mas minha energia tem sido tão direcionada à outras coisas que a válvula de escape não tem sido tão necessária, pelo menos agora. Minhas energias que transbordavam há pouco, estão direcionadas para o aprendizado, amor, experiências novas, descobertas...
 
Viajo amanhã, e resumo o plano de viagem com: LondresXEstocolmoXRomaXAmsterdãXTrabalhoXFotosXSabores.
Além disso, recebi o convite mais lindo que poderia receber: Vou participar do site do Márcio. Contribuir com minhas fotos de principiante! Uhules! J
 
so long farewell auf wiedersehen goodbye !!!!
 
Até!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Uma boa limonada

Queria ter escrito algo no meu aniversário. Mas esse ano foi impossível até comemorar comigo mesma. Uma correria só, que por coincidência caiu no aniversário que mais quis comemorar, meus 25 anos numa sexta-feira 13.

Não me importei muito com isso. Ultimamente venho comemorando tudo, e óbvio por achar que sempre em alguma coisa, situação há um motivo para se comemorar. Acredito que daqui a um tempo, vou olhar (como já penso) esses posts e achar tudo muito infantil, pretensioso... Mas mesmo assim, é delicioso saber que estarei diferente daqui a uns dias, anos. A chance de poder se reinventar a cada instante é sensacional, e não abro mão de ser eu, mesmo sabendo que talvez depois de um tempo, me ache ridícula.

Não posso dizer tudo que aprendi, nem eu sei... Mas aprendi a viver com um pouco mais de calma, a me controlar no julgamento com as pessoas, a ser menos radical...

E com os limões...


* Estou louca para começar a escrever os preparativos da viagem! u-huuuuu! ;)











quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Don't go changing

Há tempos que me cobro escrever algo sobre meu início. Por mais gratos e satisfeitos que devemos ser, algumas cobranças, expectativas e sonhos são essenciais, movimentam a vida. Eu sempre achei que o trabalho, ou seja, nossa contribuição fosse o nosso maior diferencial entre os animais. Determinante no nosso prazer, auto-estima, nas nossas metas. É a mesma coisa que sinto quanto ao fato de ser mulher, por mais que eu adore todos os detalhes conturbados de ser uma mulher, acho que só serei plena o dia que gerar um filho. A natureza é cruel. hahahaha!

Voltando ao assunto, eu não posso sintetizar aqui, o que é o projeto, meu trabalho, meu aprendizado. Além de não ser uma coisa que possa ser facilmente resumida, a questão não é essa.

Como em todas relações na nossa vida, os detalhes de uma vida profissional começo a perceber agora, ainda engatinhando, e mais uma vez, como tudo, é completamente diferente da teoria, mas ainda sim, - com todos espinhos- muito prazeroso.

Sempre idealizei muito, tudo. Acredito que nesses casos, a surpresa é ainda maior. Me descobri mais feroz do que imaginava, mais simples, transparente, por mais que a falta de jogo de cintura só me atrapalhe. E, o mais importante, entrei no jogo. Como nunca antes... Uma amiga uma vez comentou "Como é fácil tirar alguma coisa da Larissa". Bem verdade... Mas aprendi que ser competitivo não é feio, é sim muito, mas muito, necessário. Achava negativo, e até ridículo brigar por uma coisa. Não por me achar incapaz, mas achava que tudo que exigia muita luta não valia a pena. Porque "o que é para ser nosso ninguém tira". Ah tá, aham.


Nessa vida "os dados vão continuar rolando", nada está ganho. E você, como em qualquer conquista, precisa seduzir, se fazer necessário, aprender, ser humilde, ensinar, reconhecer... No início fiquei muito rebelde, por causa dos disfarces, "peixes ensaboados", malandros incapazes...
Na verdade, nossa postura não precisa mudar nunca. A idéia de precisarmos ser camaleões, versáteis não significa nos violentarmos, mudarmos por qualquer coisa.

É aquilo, de quanto mais a gente aprende, mais sabe que não sabe nada. Chavão, só que mais uma vez so true....

Acho que consegui fechar aqui, tudo que senti nesse início. Não faria sentido falar aqui sobre as questões práticas e teóricas do trabalho em si, até porque isso aqui sempre me ajudou a catalisar todas sensações, explosões...


Tem me dado tudo que preciso para me entregar, todo combustível...